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Mostrando postagens de fevereiro, 2021
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  Vida   Quando acordei Muitas coisas haviam ficado para traz Jogadas no tempo Do jogo de xadrez Da vida Era assim Rainhas e reis Bispos e cavalos Peões e assombrações Enfeitei castelos Reguei jardins Abracei e beijei Jogadas de xadrez Ao luar cacei Amores No mar Velejei Percorri Joguei o jogo Da vida Dias de chuva Tardes ensolaradas Lágrimas nos olhos Em tudo joguei Rainhas e reis Bispos e cavalos Peões e assombrações Quando acordei A rosa desbotada O lenho já envelhecido O amor esquecido Cinza Campos de batalha Sementes estraçalhadas Parte do jogo de xadrez Vidas Rainhas e reis Sonhos.   Cláudio Andrade 27-02-2021    
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  Naquela noite Do céu cai vida A Terra repleta de amor Raios Cortam o infinito Dizeres Murmúrios Ruflar selvagem de asas De dragões O amor reluta em não morrer E quando o sol raiar O tempo estará azul As flores repletas de vida Borboletas Besouros Joaninhas Gotas de orvalho multicores Do céu cai vida A dor morre E quando o sonho Alegre De mansinho Expulsa a solidão Vibrar de alegria Será regra E não exceção E quando todos os corações Se alegrarem Tudo será bom E o amor Correrá livre Ninguém ousará Prendê-lo Fará parte da vida para sempre.   Claudio Andrade 21-02-21            
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  É bom poder voltar   Muito lindo Fugiu pra bem longe Saiu do aconchego Revirou o mundo Disse basta Pra tudo Correu por ai Andou por estradas Desconhecidas Sofreu Jogado nos cantos Mas lembrou do amor Que realmente amava Voltou por caminhos Sem flores Quando não tinha nada Sorveu o orvalho Muito frio Lama Lágrimas Tristes Em seus olhos Muito lindo O jardim florido A velha casa Palmeiras e orquídeas As flores de cedro rosa Enfeitavam o ambiente O amor o acolheu Embora soubesse Que faria tudo de novo É muito bom poder voltar A porta aberta As lágrimas de alegria O acolhimento O amor.   16-02-2021 Cláudio Andrade  
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  Amantes e amigos   Tremendo de frio A semente já foi lançada Flores normais Secas Lançam  sementes Que atraem insetos Sentir o mel O amargo fel Da vida que corre escondida Atrás de portas Vilarejos Cidades Corriqueiras Amantes A seda de seu cabelo Manchou a minha face Latejante Trouxe lágrimas Para os meus olhos E gelo Para o meu coração Quantos ais! Nos becos Nas praças Agora lembro Era seu cabelo que manava mel Eram suas mãos macias e fatais Que eu tanto queria Leito Sombra Que assombrasse o meu peito Morrer Talvez viver Mais amantes que amigos Eram lágrimas Eram sorrisos Era vida.   Cláudio Andrade 05-02-2021