Engano senil
Os livros nos dizem
Há rumores de guerras
Em choque o país
As carradas a corrupção
O engano senil
Velhos homens públicos
O poder
Sobre outros homens
O homem um ser político
Há rumores de fome
Doenças, há rumores
Ouvido surdo
Olho que não vê
Já se grita!
O engano senil
Velhos homens públicos
Ganância!
Conversa, não mais
Politica, não mais
No poder a corrupção senil
Se vê, se ouve
Entre homens
Interior das casas
Fome!
Socorro, feridas!
Macas ao relento
Escolher quem morre
Sem dignidade
Há rumores...
Ouvido surdo
Olho que não vê
O engano senil, incrustado
Velhos homens públicos
Torpeza!
Ouvido surdo
Olho que não vê
Antes rumores
Palpável fome
A doença degusta
Ignorado grito mudo
No poder o engano senil
O ser político
Corrompido
Pátria roubada
Seus filhos choram
Por causa do engano senil
De velhos homens públicos
Ana Andrade
Os livros nos dizem
Há rumores de guerras
Em choque o país
As carradas a corrupção
O engano senil
Velhos homens públicos
O poder
Sobre outros homens
O homem um ser político
Há rumores de fome
Doenças, há rumores
Ouvido surdo
Olho que não vê
Já se grita!
O engano senil
Velhos homens públicos
Ganância!
Conversa, não mais
Politica, não mais
No poder a corrupção senil
Se vê, se ouve
Entre homens
Interior das casas
Fome!
Socorro, feridas!
Macas ao relento
Escolher quem morre
Sem dignidade
Há rumores...
Ouvido surdo
Olho que não vê
O engano senil, incrustado
Velhos homens públicos
Torpeza!
Ouvido surdo
Olho que não vê
Antes rumores
Palpável fome
A doença degusta
Ignorado grito mudo
No poder o engano senil
O ser político
Corrompido
Pátria roubada
Seus filhos choram
Por causa do engano senil
De velhos homens públicos
Ana Andrade
11/09/2017
A realidade dura se faz presente nas palavras da autora, acredito que ainda teremos um mundo melhor.
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