Vida
Ah! Vida, quem és tu que choras o dia?
Que amas o que é doce.
Que sonha, sonha...
Que tem esperança ama as crianças.
Que voltas depois da dor.
Ah! Vida, quem és tu que choras a noite?
Que joga os lençóis fora da cama.
Que ama. Ama...
Que flores tem em ti: a fé a lembrança?
Ah! Vida, quem dera as moléstias não te atacassem.
Eu sei que tu lutas e que também podes perecer,
Ah! Vida infinita és que nem uma roda.
Ora és doce, ora és amarga.
E assim vai no teu rolar infinito.
Ah! Brisa vida, ora tu vais para o mar, ora tu vais para a terra.
Regas o que é teu.
Cuidas do que é vida livre.
Renasça de ti.
29-06-2017
Cláudio Andrade
Ah! Vida, quem és tu que choras o dia?
Que amas o que é doce.
Que sonha, sonha...
Que tem esperança ama as crianças.
Que voltas depois da dor.
Ah! Vida, quem és tu que choras a noite?
Que joga os lençóis fora da cama.
Que ama. Ama...
Que flores tem em ti: a fé a lembrança?
Ah! Vida, quem dera as moléstias não te atacassem.
Eu sei que tu lutas e que também podes perecer,
Ah! Vida infinita és que nem uma roda.
Ora és doce, ora és amarga.
E assim vai no teu rolar infinito.
Ah! Brisa vida, ora tu vais para o mar, ora tu vais para a terra.
Regas o que é teu.
Cuidas do que é vida livre.
Renasça de ti.
29-06-2017
Cláudio Andrade

Parabéns,!!! Muito bonito seu blog, suas poesias muito boas de ler.
ResponderExcluirAgradecemos, muito obrigado. a sua contribuição é muito bem vinda.
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