Sonhos
Singeleza, fio tênue
Frágil,
Um pequeno espaço
Parece que saltam
Os sonhos de um coração
Cavalos troteiam
Em meio às libélulas
Com o voar
Das asas longas
Dos pensamentos
E os sonhos
Pequenas faíscas
Crepitam no córtex
Como noite enluarada
Fogueira que arde
Sonhos acesos
Tudo frágil
Singelos os sonhos,
As vezes fugazes
Discrepâncias do Âmago
Como bailam,
Os sonhos
Saltando,
Veados campeiros
Solvendo o vento
Voando, nas asas longas
Dos pensamentos
Os sonhos de um coração.

Ana Andrade
22/02/2018

Comentários

  1. O poema descreve sobre os “sonhos nosso de cada dia” singelos e fugazes. Mas são eles que nos impulsionam, nos inspiram e despertam a vontade e sensibilidade. (Jureb Dilly).

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