Rara Flor de Cunho
Rara Flor de Cunho
Coragem
Enfrentando
espaços hostis
Selva
de gente
Cidades
estressantes
Pego na
sua mão
Acaricio
Minha
rara flor de cunho
Corro!
Não posso parar
Ainda
não conquistei meu sonho
Nem
cheguei ao final da estrada
Quem
caiu
Ajudo a
levantar
Beijo
um beijo gostoso
Nos
seus lábios
Sinto o
calor da sua face
Calor
do verão
Às
vezes a estrada
É ruim
É sem
graça
Preciso
dormir
Amanhã
outro dia
Outra
manhã
Madrugada
sem dormir
Devaneios
Tento
dormir
De
manha já não posso
Outro
dia para mastigar
Outro
abraço
Aqueço-me
em teu colo
Que bom
Já de
tarde
A noite
vem
Estrada
percorrida
Nos
braços do meu bem
Cama
Beijos
Abraços.
Cláudio
Andrade
08-07-2018

Cada dia melhor.
ResponderExcluirObrigado.
ExcluirBelo poema em que autor descreve a labuta do dia a dia e deixa implícito que renova suas forças n o oásis do amor. Ao contato com sua amada e rara flor de cunho (Jureb Dilly).
ResponderExcluirObrigado.
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